Toda mulher precisa se alimentar fisicamente, espiritualmente e emocionalmente

    

Uma aventura para conhecer a si mesma
Uma aventura para conhecer a si mesma

   

Quais são as necessidades principais de uma mulher? Elizabeth Gilbert responde esta questão no livro “Comer, Rezar e Amar” que parece até um diário da autora em busca da liberdade, do amor próprio e da espiritualidade. A escritora faz os leitores perceberem a importância de se conhecer a si mesmo para amar verdadeiramente e se aproximar de um caminho espiritual.

   A história se inicia com um fato comum na vida moderna de uma mulher o divórcio. Com a separação Liz decide morar um ano fora e passar quatro meses em cada pai. Itália, Índia e Indonésia são os escolhidos pela autora, todos começam com I que em inglês significa “eu”. No território italiano aprende a comer massa, a ter prazer na vida, no oriente decide fazer yoga, meditar. Após conhecer a Indonésia um xamã fala que ela terá que voltar, e esta é sua última viagem em que encontra um amor brasileiro.

   O texto é fluido, tem ironia, reflexivo nele a escritora coloca seus sentimentos como estivesse contando um amigo sua história. Além disso Liz faz muitas referências a mestres, a mantras e explica a cultura dos lugares. A obra nos faz viajar e ter vontade de conhecer os três países tão diferentes. O livro é dividido em 108 pequenos capítulos e há três divisões, uma para cada país. A divisão é baseada nos cordões japa malas usados por hindus e budistas para orar.

   A aventura permite a personagem-narradora buscar o prazer, a transcendência e o principal o equilíbrio. “Comer, Rezar e amar” é praticamente um guia de viagem, uma imersão em outras culturas, e uma auto-reflexão de quem somos, do que queremos e da independência da mulher moderna. Um ensinamento fica claro ao fim do livro que a verdadeira felicidade entre duas pessoas existe quando as duas tem independência emocional, assim podemos sermos felizes a dois. Vale a pena, principalmente para mulheres que amem “viajar”!

 

 

Publicado em: às fevereiro 26, 2009 em 1:54 pm  Deixe um comentário  
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Porque criar um blog de cultura?

 

Primeiramente por ser um assunto que sempre me interessou, ir ao teatro, assistir um bom filme, conferir uma nova exposição, ler um livro de um grande autor ou viajar e conhecer novos lugares hábitos e comidas. O grau de nosso interesse sobre arte, comportamento e moda depende de nossa formação tanto na escola como em casa.

Eu tive sorte tive um pai que me estimulou a escutar música clássica, jazz e bossa nova além de gostar de ir para exposição, gostar de artes plásticas e ter uma boa biblioteca em casa. Minha irmã sempre foi atriz e me levava para assistir peças de teatro. E eu me apaixonei por literatura no colegial.

Outro fato que contribuiu para a escolha é que a cultura é pouco valorizada, são poucos os espaços para críticas, poucas revistas. Os cadernos culturais dos jornais surgiram na década de 70 e 80 e tem menos espaço para resenhas. Cada vez mais percebo que existe um público que aprecia a arte e busca se informar.

Na região do Vale do Paraíba existem poucos sites que divulgam os programas culturais, que também são pouco noticiados. Estamos em uma região que não tem o mesmo apelo cultural que São Paulo, mas na terra de grandes escritores e artistas como Monteiro Lobato e Cassiano Ricardo.

Taubaté tem 11 museus é uma das cidades do vale que mais tem museus e reabriu a pouco tempo 5 de seus museus que ficaram um ano em reformas. A internet deixou um espaço para que as pessoas criem blogs, expressem suas opiniões e se informem. Logo é uma possibilidade para nós jovens e jornalistas não formados divulgar conteúdos.

 

 

Publicado em: às fevereiro 20, 2009 em 12:57 pm  Deixe um comentário  
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